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“Jumping a generation or two, finally a briskly talented new composer paints with Jobim’s impressionistic brushstrokes. Without beeing na imitator, Mario Adnet applies the lessons learned – Tom’s tones – and paints new musical portraits using some of the masters pastel hues. He adds some modernizing tones of his own, a touch more of the blues, a stroke of modern popular music, straight-ahead jazz. Mario Adnet looks both forward and back, musically. Where he comes from is clear. Where he is going is anyone’s guess. But one thing is sure: He’s so very welcome.”
Gerald Seligman, presidente do Hemisphere Label EMI, Londres, 1993

“Mario chegou agora a uma tamanha maturidade musical que me deu a sensação de que ele, criador e artista, está totalmente na mão certa, e o resto, rádios, tvs, novelas, gravadoras etc. estão na contra-mão. É uma gravação muito competente, cheia de emoção, e que nos lembra de como é bom fazer música.”
Roberto Menescal, compositor e produtor musical, 1995

“Mario Adnet, who performed in may at Billboard’s International Latin Music Conference, commences a monthlong japanese trek in january to support his fine BMG Japan album “Pedra Bonita”. Why isen’t there international distribution for this stylistic and vocal descendant of Antonio Carlos Jobim, who sits in on a delightful take of Dorival Caymmi’s evergreen “Maracangalha”?”
John Lannert, Billboard, novembro 1994

Maucha’s well known composer brother, Mario Adnet, impressed Charlie’s well tuned ear when he sent two dozen works for the guitarist to consider. “I could have done two albums of his tunes alone.” Charlie comments, “Like Jobim he composes in many different forms and styles, and he’s very innovative. I am convinced he’s going to become recognized as one of the most important new Brazilian composers.” Adnet’s Desafinada, a poetic tribute to the famed composer of “Desafinado” and Do Dia Pra Noite, with the charactaristic melancholic strain that has become a trademark of bossa balladry, confirm the range and sophistication that so impressed Byrd.
Mark Holston from Jazziz Magazine on Charlie Byrd’s new release

“…Tom Jobim não poupa elogios ao se referir a Mario Adnet, definindo-o como “um músico sério e da maior competência. – Posso assegurar que o trabalho de Mario é formidável, embora não caiba a mim analisá-lo. Até porque, de música não se fala. Se ouve – diz Tom Jobim.”
O Globo, Segundo Caderno, 22 de maio de 1991

“Tom aproveitava a reunião para esquecer um pouco seu problema. Sentava-se ao piano e tocava. Nessa noite tocou muitas vezes “Maracangalha”, de Dorival Caymmi, com um arranjo diferente, bonito, feito por Mario Adnet. Disse para Maucha: Essa música é em tua homenagem. Diz ao teu irmão que esse arranjo que ele fez alegrou meu coração.”
Helena Jobim, “Antonio Carlos Jobim, Um Homem iluminado” pag. 264, editora Nova Fronteira

“Mario Adnet – Um Jobiniano em tempo integral.”
João Máximo, O Globo

“Mario é um excelente compositor, como já mostrou fartamente. No repertório escolhido para seu novo CD, deixou-se ficar à sombra dos homenageados – mas é um tributo a inteligência do ouvinte.”
Mauro Dias, O Estado de São Paulo

“No universo musical de Mario Adnet cabem como um só, Tom Jobim e George Gershwin. Para ele, as escolas de ambos transcendem épocas e convergem nas mesmas fontes.”
Mario Marques, O Globo

“Arranjos meticulosos e dinâmica impecável do CD gravado entre o Rio e Nova York. A veia irremediavelmente Jobiniana e a pulsação jazz samba do músico estão por todos os lados. Um show que transmite alegria de viver.”
Arnaldo Bloch, O Globo

“O melhor está mesmo nas composições de Adnet. Música pra gente grande.”
Kiko Ferreira, O Estado de Minas

“Adnet prefere o minimalismo do mestre Jobim recriando com argúcia mesmo obras muito regravadas como Desafinado e as músicas do americano George Gershwin foram jobinizadas num clima Bossa Nova.”
Tarik de Souza, Jornal do Brasil

Depoimentos publicados  sobre o projeto Ouro Negro, produzido por Mario Adnet e Zé Nogueira, patrocinado pela Petrobras:

“Moacir Santos figura na galeria de gênios que o Brasil, até hoje, infelizmente não soube aproveitar.”
Mario Adnet, O Globo, 6 de novembro de 1999

“O Projeto Ouro Negro antecipa-se como um dos mais sensíveis e importantes do ano. Moacir Santos é o Músico dos Músicos.”
João Máximo, O Globo, 13 de março de 2001

“O Pernambucano de Bela Vista, nascido em abril de 1924, é uma das grandes personalidades da música brasileira moderna. Merece todas as homenagens que  serão, sempre, poucas.”
Mauro Dias, O Estado de SP, 13 de março de 2001

“Nosso país precisa conhecer melhor esse músico maravilhoso”
Milton Nascimento, Jornal do Brasil, 20 de março de 2001

“Com tantos predicados por que Moacir Santos é mais cultuado do que ouvido no país dos tigrões e tchutchucas? Ora, exatamente pelo exesso de talento, é claro.”
Tarik de Souza, Jornal do Brasil, 21 maio de 2001

“Ouro Negro revela um tesouro musical inesgotável. Vale apostar: 2001 ainda está no meio mas já tem o seu disco do ano.”
Antonio Carlos Miguel, O Globo, 28 de maio de 2001

“Uma noite, em todos os sentidos rara. Quando teremos novamente num palco brasileiro, uma orquestra com tal soma de talentos?”
João Máximo, O Globo, 30 de maio de 2001

“Não é exagero dizer que se o álbum já pode ser considerado – ainda no meio de 2001 – o melhor disco do ano, a apresentação de 28 de maio também tem seu espaço garantido no topo.”
Luciano Ribeiro, Jornal do Brasil, 30 de maio de 2001

“Desde já um dos melhores títulos do ano. O Duke Ellington brasileiro: Título de nobreza musical.”
Sergio Augusto, Revista Bravo

“Ouro Negro é obra prima.”
Apoenan Rodrigues, Isto É, 6 de junho de 2001

“Ouro Negro é um arrepiante CD duplo, dedicado a obra de Moacir Santos. É o disco do ano e vem corrigir uma injustiça de décadas.”
Ruy Castro, O Estado de SP, 26 de maio de 2001

“Disco-tributo começa a quitar a dívida que temos com um de nossos grandes gênios. Agora ele está de volta. É uma proeza que ficaremos devendo a Mario Adnet e Zé Nogueira.”
Sergio Augusto, O Estado de SP, 26 de maio de 2001